- Ruckstuhl, T. (1999). Borboletas e Lagartas, Everest Editora.
Diogo Oliveira (TheRocky41) é Mestre em Biologia da Conservação e fotógrafo de Vida Selvagem.
Todos os posts relativos ao meu livro GUIA DE FAUNA DA TAPADA DA AJUDA! Desde "Como Comprar", a todas as notícias e entrevistas que sairam relativamente ao guia. Se necessitar de mais informações basta entrar em contacto através do e-mail onwild@dophotography.net. Muito obrigado a todos.
Nesta secção encontram-se mini-artigos sobre as espécies, de forma sucinta e clara, ficamos a conhecer um pouco mais sobre a nossa fauna. Ilustrados com as melhores fotografias da espécie.
Ao contrário dos artigos, nas missão explico como consegui fotografar as espécies (ou observar). O que sofri e as peripécias para as conseguir fotografar tranquilamente e sem as perturbar.
Nesta secção poderá encontrar alguns truques e dicas sobre fotografia de vida selvagem e de natureza, desde as técnicas utilizadas na máquina como algumas das técnicas utilizadas no terreno.
Para além dos vários truques, existem também alguns abrigos já montados que podemos frequentar em Portugal e outros tantos em Espanha. Serão apenas colocados abrigos que tenha frequentado.
A Fundação Calouste Gulbenkian com o apoio científico da Fundação Luis de Molina e da Universidade de Évora apresenta nos jardins da fundação em Lisboa o projeto "UM MÊS...UMA AVE". Todos os meses foi apresentada uma espécie presente nos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian. A lista de espécies do primeiro ano está terminada.
Novo canal no youtube destinado apenas a filmagens de vida selvagem. Subscrevam.
As definições que utilizo na minha máquina para a fotografia de aves.
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| Abelha a alimentar-se num lado da flôr e aranha à espera de uma presa (do seu tamanho) do outro lado. O perigo espreita a cada esquina. |
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| Abelha a preparar-se para levantar vôo. |
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| Pode-se observar os grãos de pólen agarrados às patas e antenas. |
A foto de cima é possível observar uma cascalheira no vale canhão do rio Ota, por onde foi feito parte do percurso. Foi possível observar e entrar numa pequena lapa que se encontra ao longo das margens do rio, nomeadamente um pouco mais acima. O rio Ota não possui água durante o verão, o que facilita o percurso. Nesta gruta encontrámos duas traças com cerca de 10cm e que possuíam a parte inferior das asas de cor avermelhada, mas que ainda não sei o nome. (foto da direita)
Esta é um pequeno mistério, se alguém souber o que é. Fácil de avistar, perigosa de "fotografar", mas dá sempre origem a fotografias engraçadas e picantes.