GUIA DE FAUNA DA TAPADA DA AJUDA

Todos os posts relativos ao meu livro GUIA DE FAUNA DA TAPADA DA AJUDA! Desde "Como Comprar", a todas as notícias e entrevistas que sairam relativamente ao guia. Se necessitar de mais informações basta entrar em contacto através do e-mail onwild@dophotography.net. Muito obrigado a todos.

MINI-ARTIGOS SOBRE AS ESPÉCIES

Nesta secção encontram-se mini-artigos sobre as espécies, de forma sucinta e clara, ficamos a conhecer um pouco mais sobre a nossa fauna. Ilustrados com as melhores fotografias da espécie.

AS MINHAS MISSÕES

Ao contrário dos artigos, nas missão explico como consegui fotografar as espécies (ou observar). O que sofri e as peripécias para as conseguir fotografar tranquilamente e sem as perturbar.

TRUQUES E DICAS

Nesta secção poderá encontrar alguns truques e dicas sobre fotografia de vida selvagem e de natureza, desde as técnicas utilizadas na máquina como algumas das técnicas utilizadas no terreno.

ABRIGOS

Para além dos vários truques, existem também alguns abrigos já montados que podemos frequentar em Portugal e outros tantos em Espanha. Serão apenas colocados abrigos que tenha frequentado.

UM MÊS...UMA AVE

A Fundação Calouste Gulbenkian com o apoio científico da Fundação Luis de Molina e da Universidade de Évora apresenta nos jardins da fundação em Lisboa o projeto "UM MÊS...UMA AVE". Todos os meses foi apresentada uma espécie presente nos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian. A lista de espécies do primeiro ano está terminada.

Canal Youtube onWILD

Novo canal no youtube destinado apenas a filmagens de vida selvagem. Subscrevam.

Definições Canon 7D Mark II

As definições que utilizo na minha máquina para a fotografia de aves.

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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Missão: Cobra-de-escada



Esta é uma longa história que vou tentar resumir sucintamente. Provavelmente por ter estado três dias à procura de cobras em diversos locais e sem sucesso, e no final encontrei a melhor modelo à porta de casa! Mas vamos começar pelo início. Tudo começou quando cheguei a Miranda do Douro para o festival Observarribas. Como tinha uns dias livres acabei por ir mais cedo para o topo de Portugal com a ideia de ir passear e fotografar, principalmente paisagem, insectos, répteis e anfíbios. De manhã acordava cedo e procurava locais bonitos para fotografia de paisagem. Regressa antes do pequeno-almoço e partia para nova aventura, neste caso à procura de insectos e répteis para vários locais. Mas tinha um objectivo em mente, fotografar algo que adoro, uma das cobras que existe em Portugal. Com três dias de sol e calor em cima, vários quilómetros percorridos, inúmeras pedras reviradas, o mais perto que estive de uma cobra foi uma que encontrei atropelada!



Numa das noites fui fazer um passeio aos charcos que descobri durante o dia e estavam cheios de vida. Uma das relas-arbóreas colaborou numa mini sessão fotográfica, enquanto outras espécies de anfíbios relativamente comuns iam cantando e passeando na escuridão (sapo-corredor; sapo-comum-ibérico; rã-de-focinho-pontiagudo; rã-verde). Ao longe conseguia ouvir um sapo-parteiro a cantar, mas sempre a partir de locais inacessíveis, mas o mais incrível ainda estava para vir. Uma lontra-europeia nadava distraída na minha direção, ficando a menos de um metro das minhas galochas.

O cansaço acumulado e o facto de andar estes dias todos sozinho, dia e noite, acabei por ficar a descansar no dia seguinte. Assim pensava eu…numa das voltas em redor do local onde estava hospedado debaixo de uma pedra lá estava uma pequenina cobra-de-escada (Rhinechis scalaris). Foi a primeira vez que fotografei esta espécie. E não podia ter tido melhor sorte, pois este individuo deixou tirar centenas de fotografias. Parecia que pousava para as fotografias, nunca tentou fugir de mim ou da máquina. Embora por vezes tenha tentado atacar. Ao fim de alguns minutos foi reposta no mesmo local onde a tinha encontrado. E no dia seguinte lá estava ela no mesmo local. Espero um dia voltar a encontra-la debaixo da mesma pedra, e espero que ela também se lembre de mim e permita tirar-lhe mais uma série de fotografias.










quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Missão: Cobra-rateira


Numa visita ao Parque Biológico de Gaia um amigo informou-me que estaria uma grande cobra-rateira (Malpolon monspessulanus) a apanhar sol quase sempre no mesmo local. Com a informação dirigi-me até ao local logo após o almoço para tentar a minha sorte. E lá estava ela. Quieta a tomar um belo banho de sol mas atenta a tudo o que a rodeava e passava. Inicialmente tirei-lhe umas fotografias utilizando a 400mm, pois não queria arriscar assusta-la e fiquei sem nenhum registo. Algumas fotografias depois, não muitas pois a 400mm não é propriamente uma excelente objetiva macro, achei que estava na hora de utilizar as “big guns”!!! Ou neste caso, utilizar a “small gun” (macro) e tentar aproximar-me dela.


Inicialmente a sua posição não lhe era nada favorável, e não queria assustá-la demasiado. Fui aproximando-me com calma, enquanto tirava fotografias de vários ângulos. Mas nenhum deles me satisfazia, e também não queria incomodá-la. (In)Felizmente a passagem de um dos tractores assustou-a o suficiente para mudar de posição. Neste caso tentou inicialmente a fuga, colocando a cabeça por entre a vegetação. Ao fim de algum tempo e ela começou finalmente a regressar para o sol e desta vez em posições mais favoráveis.


A cobra-rateira continuou a alterar de posição de tempos para tempos e permitiu-me tirar-lhe uma série de fotografias diferentes. Em nenhuma das situações a cobra tentou atacar-me ou à máquina, preferindo recorrer à fuga como principal mecanismo de defesa.



Muito obrigado pelas informações fornecidas pois permitiram-me obter grandes “shots” deste magnifico animal. Espero que se mantenha por lá, que ninguém lhe faça mal, e que na próxima visita tenha oportunidade de a fotografar novamente.


quinta-feira, 10 de março de 2016

Desabafo II: Cientistas vs Fotógrafos



Por mais do que uma vez me perguntaram se era possível ser um cientista, isto é, um biólogo, e ser um fotógrafo de vida selvagem ao mesmo tempo. Não só e possível como deveria de ser obrigatório! Como cientista (investigador) já participei em inúmeras investigações e lidei com diferentes espécies, desde aves, anfíbios, mamíferos, repteis, peixes, insectos, entre outros. No entanto, tudo o que fazíamos seguia uma série de regras de segurança e bem-estar animal. Em nenhum momento sentimos que o nosso trabalho em prol da ciência viria a alterar profundamente a própria natureza. Os estudos com uma vertente científica permitem avançar no conhecimento que temos sobre as espécies e no final podem contribuir para a sua conservação. Mas onde encaixa a fotografia de vida selvagem? A fotografia de vida selvagem permite divulgar estas espécies e trabalhos ao público que não está habituado a observa-las em estado selvagem ou nalguns casos desconhecendo que tais espécies existem em Portugal e que por isso merecem ser conservadas. A fotografia aliada à ciência pode ainda permitir descortinar alguns pormenores mais difíceis de observar, como variações de plumagem em determinados indivíduos, ou a leitura de anilhas no campo sem ter de recapturar a ave, entre outros pormenores. Então mas porque existe um conflito tão grande entre ambos? Não vou entrar muito neste tema, mas sim concentrar-me numa pequena história que aconteceu recentemente.


No entanto, por detrás de todo o trabalho de construir abrigos fotográficos existe um outro intuito, o estudo científico. Ao mesmo tempo que os abrigos eram desenhados e montados demos início a um plano de conservação que passava pela monitorização da fauna. A anilhagem criou um novo conflito com os fotógrafos: redes vs fotografia.


Numa das últimas sessões de anilhagem tivemos o primeiro grande conflito. Quando um fotógrafo de vida selvagem decidiu ir aos abrigos tirar fotografias. Foi avisado na recepção que tínhamos estado a anilhar, mas não sabiam informar se ainda estávamos ou não a anilhar. Durante as voltas à rede o técnico responsável pela anilhagem naquele dia deparou-se com o fotógrafo de vida selvagem a cortar deliberadamente as redes para soltar as aves, algumas ainda embrulhadas na rede. Ao tomar esta atitude ele danificou material de anilhagem dispendioso e a sua “boa ação” pôs em risco o bem-estar das aves. Sendo que algumas continuavam entrelaçadas nas finas redes.


Esta atitude prova que pode ser impossível a convivência entre cientistas e fotógrafos nos moldes atuais, e que algo terá de ser modificado para permitir que as atividades científicas decorram sem perturbações. Anteriormente falei sobre a atitude de alguns fotógrafos que gostam de mexer nos abrigos à sua maneira, estragando as sessões para os que vierem a seguir, estas atitudes continuam e tem vindo a agravar-se com poleiros removidos e partidos deliberadamente (link). Com todos estes problemas em mente algo terá de mudar nos próximos tempos.



Respeitem a natureza, respeitem os animais e respeitem os outros fotógrafos e visitantes do espaço.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Desabafo de um fotógrafo de vida selvagem...

Fico desanimado quando regresso a um local que ajudei a construir e constato que este tem vindo a ser destruído sucessivamente. Muitos não chamam de destruição, mas sim de adaptar os poisos às suas necessidades ou às suas prioridades. O que mais me chateia é que para muitos esta atitude é completamente normal, e não se apercebem da enorme falta de respeito que tem para com os outros fotógrafos de vida selvagem e para quem construiu todo o espaço (com sangue, suor e lágrimas). E sim, é uma grande falta de respeito alterar poisos num local que não fomos nós a construir, mas o pior é que para além de os mudarem de local acabam também por os partir para conseguir (mas já lá chego).

Antes de continuar o desabafo, e para facilitar quem não conhece bem estas andanças, vou dar uma pequena explicação. Um comedouro/bebedouro com um abrigo e de acesso à maioria dos fotógrafos está desenhado para satisfazer todos os fotógrafos. Isto é, apresenta locais para conseguirmos fotografar todas as espécies que podem surgir. Os pequenos passeriformes devem ser fotografados nos ramos mais pequenos, pois as aves devem preencher mais da fotografia do que os restantes elementos naturais e depois porque é mais apelativo observar as suas pequenas patas a agarrarem os troncos pequenos, e não um tronco gigante. Eis um pequeno exemplo:



Depois existem os troncos grandes para fotografar as espécies maiores, como os pica-paus ou como a trepadeira-azul. Nestes troncos as aves mais pequenas também acabam por poisar, no entanto, cabe ao fotógrafo conseguir determinar quais os melhores spots para as fotografar e evitar fotografá-las nestes troncos grandes. Estes troncos tentam levar as aves a manter comportamentos naturais, como as trepadeiras à procura de alimento e a escondê-lo na casca. E por isso é preciso paciência para conseguir obter as melhores fotografias, em especial das aves grandes que nem sempre poisam onde as queremos. Eis um exemplo:


E ainda temos a questão do sol. O sol, ou a Terra, variam ao longo do ano mas também ao longo do dia. Teremos poisos com sol logo às nove da manhã mas que estão à sombra às onze, e outros que apenas ficam ao sol às onze. Se tivermos paciência apontamos apenas para a região onde o sol bate e tiramos boas fotos, e como existem muitos poisos conseguimos ir rodando com o sol e continuar a tirar boas fotografias ao longo do dia. Caso tenham apenas um poiso, terão apenas uma margem muito curta para conseguir boas fotografias. Este poiso encontrava-se à esquerda do abrigo e apenas era iluminado depois do sol passar pela traseira do abrigo.


Aqui está o grande dilema. Quando algum dito fotógrafo de vida selvagem, um autêntico expert na matéria, decide partir todos os tronquinhos pequeninos porque apenas lhe interessa fotografar uma espécie e acaba por estragar o trabalho de meses para os restantes fotógrafos. E quando chega outro expert e continua a fazer alterações ao seu gosto, e no dia seguinte chega outro, e depois outro, e assim sucessivamente. Quando regressamos ao local todas as alterações transformam este local de excelência para a fotografia, numa autêntica porcaria. Sim, dá para fotografar as aves grandes, as tais que tanto pretendem mas que depois nunca conseguem porque não tem paciência para ficar lá dias fechados. Mas as restantes aves, que para muitos dos experts são aves banais e que não tem interesse, acabam por deixar de ter poisos para fotografar, e os que as querem fotografar ou nunca fotografaram acabam por ter dificuldade em fazê-lo. Depois há ainda a questão da coloração dos poisos e do corte dos mesmos. A primeira questão é que os poisos devem ser escuros, se forem brancos acabam por ficam todos “queimados” com o sol (na fotografia), e muitos dos novos poisos que surgiram são precisamente brancos (e eu recuso-me a fotografar nestes poisos). E a última questão é que os poisos não devem apresentar cortes, quer seja com uma serra ou uma tesoura de poda, devem estar o mais natural possível. Evitando estarem partidos ou com outras características que não sejam apelativas para a fotografia. Eis um exemplo dos troncos que foram colocados no inicio do abrigo, durante a fase de testes e que foram depois substituídos quando melhores foram encontrados. 





Já fui criticado muitas vezes por estes experts por alegadamente não saber o que estou a fazer. No entanto, podem verificar a minha galeria de fotografias e constatam tudo o que acabei de dizer. Aves pequenas ficam melhores em troncos pequenos, e aves grandes em troncos grandes. Se virem as horas das fotografias também constatam que começava a fotografar com o nascer do sol e ficava até 4 horas depois, e que as aves aparecem em poisos diferentes, pois estes ficavam disponíveis consoante a direcção da luz. De lembrar ainda que estamos num parque natural e que não devemos cortar árvores e plantas vivas, todos os poisos demoraram meses a encontrar, pois apresentavam características únicas e nenhum deles foi cortado. A introdução de poisos de outros locais também é desaconselhável, pois pode tornar-se uma infestante. O problema é que se visitar o local neste momento vai-me chamar de maluco, mas devo de dizer que todos os tronquinhos pequeninos de que eu falo já desapareceram. Assim como alguns dos melhores poisos que foram colocados, e assim, não conseguem compreender perfeitamente do que falo. Apenas eu fico triste e desanimado.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Skye passeia pela Serra da Lousã

A Skye detesta andar de carro. Mas como tem donos que adoram passear não tem outra solução se não ir passear também. Nestas mini-férias fomos passear até à Serra da Lousã. Para além dos disparates habituais, teve direito a um pequeno vídeo.



A Skye a passear na Serra da Lousã

Skye na Praia

As idas à praia da Skye são sempre uma constante emoção. Desde correr atrás de uma simples bola, a escavar um buraco incessantemente até finalmente chegar à Austrália...mas também no medo da água, neste caso, das ondas.

Em vez de escrever sobre isso, deixo aqui dois pequenos vídeos que realizei na praia com a Skye. O primeiro foi o mais recente, foram três dias de praia intensos. O segundo foi durante as férias de verão.

Skye na Praia #1



Skye na Praia #2



Parte técnica dos vídeos.
Filmados com recurso a uma GoPro.
Editados com o GoPro Studio (#2) e com o Adobe Premiere (#1).

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Anilhagem na Fundação Calouste Gulbenkian (2014)

Pormenor das redes de anilhagem.
Os jardins da Fundação Calouste Gulbenkian encontram-se no centro da maior cidade de Portugal, Lisboa. Este foi o local escolhido para realizar uma sessão de anilhagem com a equipa do LabOr. As aves citadinas não são apenas pombos e pardais, existe uma panóplia de aves selvagens a habitar os nossos jardins. A anilhagem científica de aves é uma técnica utilizada em ornitologia que consiste na aplicação de uma anilha numerada e exclusiva no tarso de uma ave. Esta anilha permite estudar aspetos da biologia, ecologia, comportamento, e movimentos das aves selvagens. No entanto, o estudo mais importante é a migração das aves. Anilhar aves num dado local, e recapturá-las posteriormente num outro contexto geográfico, permitirá conhecer as suas áreas de origem e de destino. Anilhar, medir, pesar, observar, analisar e registar, tudo foi devidamente explicado, permitindo aos participantes aprenderem detalhes da biologia e ecologia de aves. Para o ano há mais. Não percam esta oportunidade extraordinária. (Mais informações sobre a anilhagem neste link).

Pormenor das redes de anilhagem.

Explicação do Dr. João Eduardo Rabaça sobre a anilhagem.

Explicação do Dr. João Eduardo Rabaça sobre a anilhagem.

Explicação do Dr. João Eduardo Rabaça sobre a anilhagem.

Explicação do Dr. João Eduardo Rabaça sobre as redes de anilhagem.

Dr. João Eduardo Rabaça a anilhar um melro-preto (Turdus merula).

Anilhagem de um gaio (Garrulus glandarius)




Calendário Quercus (2013)

Em 2013 a Quercus (Associação Nacional de Conservação da Natureza) realizou um calendário para comemorar o Ano Internacional para a Cooperação pela Água.



sábado, 8 de novembro de 2014

Ave do Mês de Novembro de 2014: Tordo-comum – Turdus philomelos.

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157635165472673/

A ave do mês de Novembro de 2014: Tordo-comum – Turdus philomelos.

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157635165472673/

O tordo-comum (Turdus philomelos) é um visitante raro dos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian. O único local onde consegui observá-lo foi perto de uma das ribeiras, mais concretamente perto da ponte de pedra que tem uma cascata por baixo. É uma ave que frequenta o solo à procura de alimento. Fugindo com a presença humana ou ruídos estranhos.

Ave do Mês de Outubro de 2014: Pombo-torcaz – Columba palumbus

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157635165472673/

A ave do mês de Outubro de 2014: Pombo-torcaz – Columba palumbus.
https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157635165472673/
 
O pombo-torcaz (Columba palumbus) é maior que o pombo-domestico, mais comum e habituado à presença humana. Este grande columbídeo é tímido e foge ao mínimo sinal de perigo. Nos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian é possível observá-los em locais com abundante vegetação, ou perto do grande lago para onde eles se deslocam para beberem água.

Ave do Mês de Setembro de 2014: Pardal-doméstico – Passer domesticus.

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157626701286223

A ave do mês de Setembro de 2014: Pardal-doméstico – Passer domesticus.


https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157626701286223

A espécie mais comum nos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, o pardal-doméstico (Passer domesticus). É comum observá-los junto às esplanadas dos cafés, sempre à procura de restos de alimentos. Também se encontram facilmente junto ao parque de merendas ou no anfiteatro de pedra.
https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157626701286223

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157626701286223

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157626701286223

Ave do Mês de Agosto de 2014: Andorinha-das-chaminés – Hirundo rustica.

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157627297272377

A ave do mês de Agosto de 2014: Andorinha-das-chaminés – Hirundo rustica.

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157627297272377
 
A mais comum das andorinhas, a andorinha-das-chaminés (Hirundo rustica), atravessa frequentemente os céus dos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian. É habitual serem observadas a recolher lama nas margens do grande lago durante a época de reprodução.

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157627297272377

https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157627297272377
  
https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157627297272377
  
https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157627297272377
 
https://www.flickr.com/photos/the_rock_7/sets/72157627297272377