GUIA DE FAUNA DA TAPADA DA AJUDA
Todos os posts relativos ao meu livro GUIA DE FAUNA DA TAPADA DA AJUDA! Desde "Como Comprar", a todas as notícias e entrevistas que sairam relativamente ao guia. Se necessitar de mais informações basta entrar em contacto através do e-mail onwild@dophotography.net. Muito obrigado a todos.
MINI-ARTIGOS SOBRE AS ESPÉCIES
Nesta secção encontram-se mini-artigos sobre as espécies, de forma sucinta e clara, ficamos a conhecer um pouco mais sobre a nossa fauna. Ilustrados com as melhores fotografias da espécie.
AS MINHAS MISSÕES
Ao contrário dos artigos, nas missão explico como consegui fotografar as espécies (ou observar). O que sofri e as peripécias para as conseguir fotografar tranquilamente e sem as perturbar.
TRUQUES E DICAS
Nesta secção poderá encontrar alguns truques e dicas sobre fotografia de vida selvagem e de natureza, desde as técnicas utilizadas na máquina como algumas das técnicas utilizadas no terreno.
ABRIGOS
Para além dos vários truques, existem também alguns abrigos já montados que podemos frequentar em Portugal e outros tantos em Espanha. Serão apenas colocados abrigos que tenha frequentado.
UM MÊS...UMA AVE
A Fundação Calouste Gulbenkian com o apoio científico da Fundação Luis de Molina e da Universidade de Évora apresenta nos jardins da fundação em Lisboa o projeto "UM MÊS...UMA AVE". Todos os meses foi apresentada uma espécie presente nos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian. A lista de espécies do primeiro ano está terminada.
Canal Youtube onWILD
Novo canal no youtube destinado apenas a filmagens de vida selvagem. Subscrevam.
Definições Canon 7D Mark II
As definições que utilizo na minha máquina para a fotografia de aves.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Missão: Rolieiros
sábado, 9 de junho de 2012
Abelharuco-comum
Há muito que ambicionava fotografar abelharucos, muitas tentativas frustradas e muito pouco sucesso. Aos poucos e poucos lá vou conseguindo fotografias 1 centímetro mais perto e mais perto, mas nenhuma fotografia sai como eu gostaria. Horas "perdidas" no campo à procura deles carregado com a máquina, o abrigo e o tripé, muita coragem e vontade, mas muito pouca sorte. Ultimamente as aves não querem nada comigo. Se vou de carro fogem quando ainda estou a 30 metros delas, com o abrigo gozam comigo e ficam atrás do abrigo e não à frente (entre mim e o sol), chamamentos também não resultam e colocar comida também não tem levado a nada (aparecem quando eu não estou). A minha sorte com as aves este ano é zero, algo a que já me habituei e nem fico chateado, limito-me a dizer: "são sempre a mesma coisa" e sigo caminho.
Os abelharucos fogem-me há alguns anos, mas aqui para os lados do Alentejo parece ser mais fácil observá-los, mas e fotografá-los? Nada disso, isto é enorme!!! É difícil descobrir onde vão estar amanha e ninhos? Nem vê-los. A maioria das propriedades é privada, maioria? Disparate! São todas!!! Isto torna difícil saber onde podemos caminhar para observar aves. As estradas de acesso encontram-se com portões e fechadas, embora muitas delas sejam de serventia e de acesso livre supostamente. Na herdade da Mitra posso andar à vontade, mas os abelharucos estão precisamente na herdade ao lado. Pedir autorização é sempre necessário, mas a quem? Como descubro o proprietário? Só invadindo a propriedade e rezar não levar nenhum tiro, depois explico a situação e sou corrido a pontapé!!! Poucos são os que permitem tal coisa, um maluco a observar passarinhos? Ainda por cima cheio de camuflagens? Fora do meu terreno, ele anda aqui é a espiar e a roubar!!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Musaranho-de-dentes-brancos

Tritão-de-ventre-laranja
![]() |
| F/8 1/250 ISO-100 |
![]() |
| F/8 1/250 ISO-100 |
Salamandra-de-pintas-amarelas
![]() |
| F/8 1/250 ISO-400 |
![]() |
| F/5.6 1/250 ISO-100 |
![]() |
| F/8 1/250 ISO-100 |
terça-feira, 13 de março de 2012
Cobra-cega
Pica-pau-malhado-pequeno
Rela-meridional
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Lontras-europeias - Parte II
sábado, 21 de janeiro de 2012
Cria de gibão-de-mãos-brancas
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Lontras (Lutra lutra)
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Musaranho-de-Dentes-Brancos
Durante alguns dias ele era o centro das atenções, até ao dia em que decidi ir fotografá-lo. Recebi o sms a confirmar que ele estava lá no campo e que ainda estava vivo 4 dias depois do primeiro encontro e fui a correr com a máquina para o fotografar. Cheguei ao campo e não o via, até que o encontrei morto numa das falhas. Possivelmente alguma bola atingi-o e ele não resistiu. O conflito com os seres humanos é sempre o maior problema para estes animais, muitas vezes confundidos com ratos. Por isso apenas o fotografei já morto, mas nunca irei esquecê-lo e os bons momentos que nos proporcionou.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Rabirruivo-Preto
Mullarney, K., Svensson, L., Dan Zetterström, Grant, P. J. (2003) Guia de Aves – Guia de Campo das Aves de Portugal e Europa. Assírio & Alvim, Lisboa.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Cobra-de-Ferradura
sábado, 19 de novembro de 2011
Panda-Vermelho-do-Nepal (Ailurus fulgens fulgens)
São pouco maiores que um gato doméstico, alimentam-se principalmente de bambu embora podem por vezes alimentar-se de ovos, pequenos insectos, entre outros. São animais solitários e nocturnos, encontrando-se activos desde o anoitecer até ao amanhecer, passando o dia escondidos a dormitar.
Foi classificado como Vulnerável pelo IUCN, mas a sua população continua a declinar devido à destruição e fragmentação do seu habitat, mesmo encontrando-se protegido por lei nos países da sua distribuição.
O seu primeiro instinto ao acordar, ou seja, a primeira tarefa do dia é cuidar do pêlo, tal como um gato doméstico. Assim que terminam, começam a patrulhar o seu território, realizando marcações de urina e com uma secreção produzida na sua glândula anal.
São excelentes trepadores e é normal observá-los a correr à procura de comida, quer pelo chão quer pelo topo das árvores. Utilizam as patas dianteiras para colocar a comida na boca (como se fosse um garfo) mas também para beberem água, isto é, colocam as patas dianteiras dentro de água e depois lambem as patas.
É considerado um fossil vivo e não é um urso como o Panda-Gigante, sendo um parente muito afastado do mesmo. Mas tal como o Panda-Gigante, eles não conseguem processar a celulose e por isso tem de ingerir grandes quantidades de bambo. Vivem até aos 10 anos de idade, e apenas se encontram durante a reprodução.




































_509.jpg)
_687.jpg)
_522.jpg)
_725.jpg)























