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| Ahhh!! |
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| Ninguem gosta da hora do banho! |
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| You talking to me? |
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| Pose de guerreiro ou de princesa? |
Diogo Oliveira (TheRocky41) é Mestre em Biologia da Conservação e fotógrafo de Vida Selvagem.
Todos os posts relativos ao meu livro GUIA DE FAUNA DA TAPADA DA AJUDA! Desde "Como Comprar", a todas as notícias e entrevistas que sairam relativamente ao guia. Se necessitar de mais informações basta entrar em contacto através do e-mail onwild@dophotography.net. Muito obrigado a todos.
Nesta secção encontram-se mini-artigos sobre as espécies, de forma sucinta e clara, ficamos a conhecer um pouco mais sobre a nossa fauna. Ilustrados com as melhores fotografias da espécie.
Ao contrário dos artigos, nas missão explico como consegui fotografar as espécies (ou observar). O que sofri e as peripécias para as conseguir fotografar tranquilamente e sem as perturbar.
Nesta secção poderá encontrar alguns truques e dicas sobre fotografia de vida selvagem e de natureza, desde as técnicas utilizadas na máquina como algumas das técnicas utilizadas no terreno.
Para além dos vários truques, existem também alguns abrigos já montados que podemos frequentar em Portugal e outros tantos em Espanha. Serão apenas colocados abrigos que tenha frequentado.
A Fundação Calouste Gulbenkian com o apoio científico da Fundação Luis de Molina e da Universidade de Évora apresenta nos jardins da fundação em Lisboa o projeto "UM MÊS...UMA AVE". Todos os meses foi apresentada uma espécie presente nos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian. A lista de espécies do primeiro ano está terminada.
Novo canal no youtube destinado apenas a filmagens de vida selvagem. Subscrevam.
As definições que utilizo na minha máquina para a fotografia de aves.
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A galinha de água, Gallinula chloropus, é uma ave aquática muito assustadiça, e normalmente "pode-se ouvi-la, mas não se pode vê-la". Reproduz-se em pequenos lagos, lagoas, charcos e rios cobertos por vegetação densa. Por vezes é possivel observá-la na relva em espaços abertos. Possui o tamanho de um pombo, patas e dedos verdes e grandes e o bico vermelho com a ponta amarela. Anda com a cauda levantada e a abanar, abanando também a cabeça quando nada. Os juvenis possuem coloração castanho-acinzentado. São por vezes dificeis de fotografar, porque fogem num instantinho, mas são muito divertidas de ver...
Ai está algo que às vezes se pode tornar num quebra cabeças, fotografar aves em pleno voo. Quando se usa uma objectiva de "pouco" alcance até parece fácil porque a ave ocupa uma pequena parte da fotografia, mas quando se usa essa mesma objectiva e as aves voam a apenas 2-3 metros de distância a coisa torna-se séria, porque elas passam por nós a grande velocidade.
Eu adoro esta sequência de fotografias, embora esta primeira não esteja muito bem focada, mas fica a ideia para uma nova sequência de fotografias. O efeito da primeira foto foi devido à posição do sol, que batia de lado nas asas e as fazia brilhar, era preciso estar a um certo ângulo, e como toda a gente que já viu libelinhas sabe que elas simplesmente não param quietas, ou seja, era só apontar, focar e disparar.
À tarde fui com a Anita ao oceanário, sendo um desafio mais chato para a fotografia, visto a grande falta de luz em comparação com o zoo. A companhia foi boa, embora uma "beca" chata, e até ajudou a tirar algumas fotos. Aqui podemos ver um Turaco de Faces Brancas, Tauraco leucotis, que é uma espécie de ave da família Musophagidae. É encontrada apenas nos três seguintes países, Eritreia, Etiópia e Sudão.


Esta libelinha, de nome cientifico Sympetrum fonscolombii, é uma espécie comum no Sul da Europa e desde os anos 90 que têm vindo a conquistar novos territórios mais a Norte, tendo chegado à Irlanda e Inglaterra.
As asas possuem pequenos pterostigma com uma coloração amarelada e a borda de cor preta, isto permite-nos distingui-la da espécie Sympetrum striolatum. S. fonscolombii pertence à família Libellulidae, cujos membros são eximios voadores e tem o hábito de pousarem em zonas expostas, maioritariamente em plantas, de onde lançam os ataques para apanhar as suas presas. Os adultos possuem coloração avermelhada nos machos e amarelada nas fêmeas, os juvenis são normalmente esverdeados, com linhas pretas no tórax e no abdómen, enquanto a coloração definitiva não de desenvolve por completo.
O Saca-rabos (Herpestes ichneumon) é uma espécie carnívora que se alimenta maioritariamente de coelhos, roedores, aves, ovos e alguns répteis.